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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Tubarão na Banheira

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas do mar perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe da costa. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.
Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado. Entretanto o peixe congelado tornou os preços mais baixos.
Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar os peixes nos tanques como "sardinhas". Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos. Infelizmente os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático.
Como os japoneses resolveram esse problema?
Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor?
Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos barcos. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega "muito vivo" e fresco no desembarque. Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques.

Referência: Autor desconhecido, texto circulando na internet

L. Ron Hubbard observou no começo dos anos 50. "O homem progride, estranhamente, somente perante um ambiente desafiador".

segunda-feira, 4 de março de 2013

Professor Nota 10


Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.

Esta classe ...em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas." Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um "A".

Após calculada a média da primeira prova todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina... Para sua total surpresa.

O professor explicou: "o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto isso."

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;
2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;
3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;
4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividí-la;
5. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
 
Referência: Texto circulando na internet

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Parábola da Vaca

Um sábio mestre e seu discípulo andavam pelo interior do país há muitos dias e procuravam um lugar para descansar durante a noite. Avistaram, então, um casebre no alto de uma colina e resolveram pedir abrigo para aquela noite. Ao chegarem ao casebre, foram recebidos pelo dono, um senhor maltrapilho e cansado. Ele os convidou a entrar e apresentou sua esposa e seus três filhos.
Durante o jantar, o discípulo percebeu que a comida era escassa até mesmo para somente os quatro membros da família e ficou penalizado com a situação. Olhando para aqueles rostos cansados e subnutridos, perguntou ao dono como eles se sustentavam.
O senhor respondeu:
- Está vendo aquela vaca lá fora?
Dela tiramos o leite que consumimos e fazemos queijo. O pouco de leite que sobra, trocamos por outras mercadorias na cidade.
Ela é nossa fonte de renda e de vida. Conseguimos viver com o que ela nos fornece.
O discípulo olhou para o mestre que jantava de cabeça baixa e terminou de jantar em silêncio.
Pela manhã, o mestre e seu discípulo levantaram antes que a família acordasse e preparavam-se para ir embora quando o discípulo disse:
- Mestre, como podemos ajudar essa pobre família a sair dessa situação de miséria?
O mestre então falou:
- Quer ajudar essa família? Pegue a vaca deles e empurre precipício abaixo.
O discípulo espantado falou:
- Mas a vaca é a única fonte de renda da família, se a matarmos eles ficarão mais miseráveis e morrerão de fome!
O mestre calmamente repetiu a ordem:
- Pegue a vaca e empurre-a para o precipício.
O discípulo indignado seguiu as ordens do mestre e jogou a vaca precipício abaixo e a matou.

Alguns anos mais tarde, o discípulo ainda sentia remorso pelo que havia feito e decidiu abandonar seu mestre e visitar aquela família.
Voltando a região, avistou de longe a colina onde ficava o casebre, e olhou espantado para uma bela casa que havia em seu lugar.
- De certo, após a morte da vaca, ficaram tão pobres e desesperados que tiveram que vender a propriedade para alguém mais rico. – pensou o discípulo.
Aproximou-se da casa e, entrando pelo portão, viu um criado e lhe perguntou:
- Você sabe para onde foi a família que vivia no casebre que havia aqui?
- Sim, claro! Eles ainda moram aqui, estão ali nos jardins. – disse o criado, apontando para frente da casa.
O discípulo caminhou na direção da casa e pode ver um senhor altivo, brincando com três jovens bonitos e uma linda mulher. A família que estava ali não lembrava em nada os miseráveis que conhecera tempos atrás.
Quando o senhor avistou o discípulo, reconheceu-o de imediato e o convidou para entrar em sua casa.
O discípulo quis saber como tudo havia mudado tanto desde a última vez que os viu.
O senhor então falou:
- Depois daquela noite que vocês estiveram aqui, nossa vaquinha caiu no precipício e morreu. Como não tínhamos mais nossa fonte de renda e sustento, fomos obrigados a procurar outras formas de sobreviver. Descobrimos muitas outras formas de ganhar dinheiro e desenvolvemos habilidades que nem sabíamos que éramos capazes de fazer.
E continuou:
- Perder aquela vaquinha foi horrível, mas aprendemos a não sermos acomodados e conformados com a situação que estávamos. Às vezes precisamos perder para ganhar mais adiante.
Só então o discípulo entendeu a profundidade do que o seu ex-mestre o havia ordenado fazer.
Procure em sua vida se não há uma vaquinha para empurrar no precipício ou se alguma já caiu e você não percebeu que foi algo bom.
Perder um emprego, acabar um relacionamento e outras tantas outras coisas traumáticas são como marcos em nossas vidas, servem para mostrar que você passou por ali e sobreviveu, ficou melhor e mais forte.
Se sua vida mudou por uma circunstância dessas, agradeça. Mesmo que pareça ruim agora, tudo leva a um caminho melhor, só depende de como você vê.

Referência: Texto circulando na internet

domingo, 23 de dezembro de 2012

O Consultor

Um pastor e as suas ovelhas estavam na beira da estrada. Ía passando um Cherokee reluzente com um rapaz dentro. Camisa Hugo Boss, tênis Nike importado, etc... Então o Cherokee pára e o rapaz diz para o pastor da beira da estrada:

- Se eu adivinhar quantas ovelhas você tem aí você me dá uma?
O pastor olhou para o rapaz, olhou para aquele monte de ovelhas pastando ao sol e disse:
- Sim.

O rapaz voltou para o carro ligou o seu notebook, entrou num site da NASA, esquadrinhou a área, gerou um banco de dados, uns 50 gráficos em Excel cheio de matrizes e determinantes, mais um relatório de 150 páginas impresso na sua mini impressora high-tech. Voltou-se para o pastor e disse:

- O senhor tem 1.343 ovelhas aí no pasto.
O pastor respondeu:
- O senhor acertou em cheio, pode levar a sua ovelha.

O rapaz foi lá e pegou a ovelha e colocou na traseira da sua Cherokee.
Então o pastor disse:
- Se eu adivinhar a sua profissão o senhor me devolve a minha ovelha?
O rapaz respondeu:
- Certo.
O pastor disse prontamente:
- O senhor é consultor, não é?
Como é que o senhor adivinhou? Disse o rapaz.
- É fácil, disse o pastor:
  1. O senhor veio aqui sem eu o ter chamado.
  2. Me cobra uma ovelha para me dizer o que eu já sabia.
  3. E não entende nada do meu negócio, pois já levava o meu cão.
Referência: texto circulando na internet

segunda-feira, 25 de junho de 2012

O pássaro, a vaca e o gato

Era uma vez um pássaro que não gostava de migrar para o sul no inverno. Então, num certo ano, resolveu que não viajaria. Contou a seus companheiros que, em vão, tentaram demovê-lo da idéia. Chegado o tempo de partir, todos os demais se despediram, ficando ele sozinho.
Com o passar dos dias, a temperatura caindo, percebeu que realmente seria impossível ficar e se preparou para viajar. Entretanto, sua decisão fora tardia: começou a voar e, após algum tempo, viu que suas asas congelavam e seu esforço não seria o bastante para continuar. Foi perdendo altura, perdendo altura... até cair num pátio de estrebaria.
Quando lançava o que pensava ser seu último suspiro, uma vaquinha cavalo sai da baia e...enche o pássaro de bosta. Indignado, pensou: vou morrer e, ainda por cima, cheio de cocô da vaca. Notou, porém, que a cagada quentinha lhe aquecia, o que foi lhe devolvendo à vida.
Cantou de felicidade, cada vez mais alto. Um grande e gordo gato que passava por perto ouviu o seu cantar, pulou o muro, cutucou o monte de bosta e... comeu o pássaro.

Moral da história:
1. Nem sempre quem te põe na merda é seu inimigo;
2. Nem sempre quem te tira da merda é seu amigo;
3. Se você está quente e confortável, mesmo que seja na merda, mantenha o bico fechado; e
4. Quem está na merda não canta.

Referência: Texto circulando na internet

sábado, 29 de maio de 2010

Só de Passagem

Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio.
O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros.
As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
- Onde estão seus móveis? Perguntou o turista.
E o sábio, bem depressa olhou ao seu redor e perguntou também:
- E onde estão os seus...?
- Os meus?! Surpreendeu-se o turista.
- Mas estou aqui só de passagem!
- Eu também... - concluiu o sábio.

"A vida na Terra é somente uma passagem... No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente, e se esquecem de ser felizes."
"Não somos seres humanos passando por uma experiência espiritual ... somos seres espirituais passando por uma experiência humana ..."

Referência: Texto circulando na internet

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

A Ratoeira

"Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.
Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.

Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos: "
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!!
" A galinha, disse:
"- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda."
O rato foi até o porco e lhe disse: "
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira !!!"
"- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces."
O rato dirigiu-se então à vaca. Ela lhe disse: "
- O que Sr. Rato? Uma ratoeira?
Por acaso estou em perigo?
Acho que não!"

Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.
No escuro,ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.
E a cobra picou a mulher...
O fazendeiro levou-a imediatamente ao hospital.
Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral.
O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.
O problema de um é problema de todos."

Referência: Anônimo

domingo, 4 de outubro de 2009

Os três últimos desejos de Alexandre o Grande

Quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus três últimos desejos:
1º Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2º Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...);
3º Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:
1º Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2º Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3º Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

Pense nisso..
Não deixe de correr atrás de seus sonhos mas não se esqueça de viver intensamente e de usufruir de seus sentimentos e emoções pois as coisas materiais são importantes para nós, porém elas ficam, já as emoções e sentimentos nascem e morrem com a gente.

Referência: Texto circulando na internet

terça-feira, 23 de junho de 2009

A Rã e o Escorpião

Uma Rã estava à beira de um rio quando chegou um escorpião:
"Dona Rã, eu preciso atravessar o rio mas, sendo escorpião, não sei nadar. A senhora teria a bondade de me levar nas costas até a outra margem?"
A rã responde:
"Mas você é um escorpião e os escorpiões picam as rãs!"
E o escorpião retruca:
"Por que eu a picaria? preciso de você para chegar ao outro lado!"
"Está bem", concordou a rã. "Suba nas minhas costas, eu o levarei".
Quando estavam no meio do caminho o escorpião cravou o ferrão na rã.
A rã, agonizante, perguntou num último suspiro:
"Por que você fez isso? Agora morreremos os dois!"
E o escorpião respondeu:
"Porque eu sou escorpião e os ecorpiões picam as rãs!"

Para refletir: As leis da natureza são imutáveis, aprenda-as e use-as com sabedoria. Cuidado com os "escorpiões".

Referência: baseado em fábulas de Esopo. Texto circulando na internet

terça-feira, 2 de junho de 2009

O sermão de Nasrudin


Certo dia, os moradores do vilarejo quiseram pregar uma peça em Nasrudin. Já que era considerado uma espécie meio indefinível de homem santo, pediram-lhe para fazer um sermão na mesquita.
Ele concordou.
Chegado o tal dia, Nasrudin subiu ao púlpito e falou:
"Ó fiéis! Sabem o que vou lhes dizer?"
"Não, não sabemos", responderam em uníssono.
"Enquanto não saibam, não poderei falar nada. Gente muito ignorante, isso é o que vocês são. Assim não dá para começarmos o que quer que seja", disse o Mullá, profundamente indignado por aquele povo ignorante fazê-lo perder seu tempo.
Desceu do púlpito e foi para casa.
Um tanto vexados, seguiram em comissão para, mais uma vez, pedir a Nasrudin fazer um sermão na Sexta-feira seguinte, dia de oração.
Nasrudin começou a pregação com a mesma pergunta de antes.
Desta vez, a congregação respondeu numa única voz:
"Sim, sabemos".
"Neste caso", disse o Mullá, "não há porque prendê-los aqui por mais tempo. Podem ir embora." E voltou para casa.
Por fim, conseguiram persuadí-lo a realizar o sermão da Sexta-feira seguinte, que começou com a mesma pergunta de antes.
"Sabem ou não sabem?"
A congregação estava preparada.
"Alguns sabem, outros não."
"Excelente", disse Nasrudin, "então, aqueles que sabem transmitam seus conhecimentos para aqueles que não sabem."
E foi para casa.
Fonte: Contos Sufi http://www.cuidardoser.com.br/

domingo, 31 de maio de 2009

O passarinho que era feliz e não sabia

Um passarinho cansado do trabalho e da vida resolveu sair voando pelo mundo em busca de aventura.
Voou até chegar numa região extremamente fria e a medida que foi ficando muito gelado, suas asas congelaram e ele não conseguindo poder mais voar caiu na neve.
Uma vaca passou por perto e vendo o pobre passarinho naquela situação, resolveu ajudá-lo cagando em cima dele. Ao sentir-se aquecido e confortável, o passarinho começou a cantar.
Um gato ouviu o seu canto e foi ver o que estava acontecendo.
Retirou-o da merda e o comeu.

Moral da história:

  1. Nem sempre aquele que caga em cima de você é seu inimigo;
  2. Nem sempre aquele que tira você da merda é seu amigo;
  3. Desde que você se sinta quente e confortável, mesmo que esteja na merda, conserve seu bico fechado.
  4. Quem está na merda não canta!!!.

Fonte: texto circulando na internet

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Fazendo a diferença

Um homem estava caminhando ao pôr-do-sol em uma praia deserta. À medida que caminhava, começou a avistar outro homem, que vinha em sua direção, mas ainda, um pouco distante.

Percebeu que ele se inclinava, apanhava algo e atirava ao mar. Fazia isso repetidamente. Intrigado, ele se aproximou ainda mais e percebeu que o que o homem lançava ao mar eram estrelas-do-mar que haviam sido levadas para a praia. Uma a uma, ele arremessava as estrelas de volta ao mar.

Aproximou-se do homem, cumprimentou-o e questionou porque ele estava fazendo aquilo. O homem respondeu: "Estou devolvendo estas estrelas-do-mar ao oceano. Com a maré baixa, elas ficarão impossibilitadas de sobreviver sem oxigênio". O outro retrucou: "Mas deve haver muitas estrelas-do-mar nesta praia. Provavelmente, você não será capaz de apanhar todas elas. Será que o senhor não vê que não fará diferença alguma?"
O homem sorriu, curvou-se à areia mais uma vez, apanhou outra estrela-do-mar e jogou-a de volta às águas. Em seguida, disse: "Está vendo? Fiz toda a diferença para aquela."

Fonte: Joel Arthur Barker. Extraído da revista crescimento pessoal e motivação no.37

sábado, 23 de maio de 2009

Primeiro as primeiras coisas

Um professor de ciências queria demonstrar um conceito aos seus alunos.
Ele pegou um vaso de boca larga e colocou algumas pedras dentro até encher o vaso. Então perguntou a classe: Está cheio?
Os alunos responderam: Sim!
O professor então pegou um balde de pedregulhos e virou dentro do vaso.
Os pequenos pedregulhos se alojaram nos espaços entre as rochas grandes.
Então pergunto aos alunos: Está cheio?
Desta vez alguns estavam hesitantes, mas a maioria respondeu: Sim!
O professor então levantou uma lata de areia e começou a derramar areia dentro do vaso. A areia então preencheu os espaços entre os pedregulhos.
Pela terceira vez o professor perguntou: Então, está cheio? Agora a maioria dos alunos estava receosa, mas novamente alguns responderam: Sim!
O professor então mandou buscar um jarro de água e jogou-a dentro do vaso, saturando a areia. Então o professor perguntou para a classe:
Qual o objetivo desta demonstração?
Um jovem e brilhante aluno levantou a mão e respondeu: Não importa quanto à “agenda” da vida de alguém esteja cheia, ele sempre conseguirá “espremer” dentro mais coisas!

Não, respondeu o professor, a mensagem é a seguinte:
A menos que você coloque as pedras grandes em primeiro lugar dentro do vaso, nunca mais as conseguirá colocar lá dentro. As pedras grandes são as coisas importantes de sua vida: sua espiritualidade, sua família, seus amigos, seu crescimento pessoal e profissional. Se você preencher sua vida somente com coisas pequenas, como demonstrei com os pedregulhos, com a areia e a água, as coisas realmente importantes nunca terão tempo, nem espaço em suas vidas.

Moral da história: dê prioridade ao mais importante; o resto serve para preenchimento.

Fonte: Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes - Stephen Covey

sexta-feira, 15 de maio de 2009

A idade de ser feliz

"Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.

Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso".

Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa.

Mário Quintana

domingo, 12 de abril de 2009

Perguntaram ao Dalai Lama ...

"O que mais te surpreende na humanidade?"
E ele respondeu:

"Os homens ... Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro.
E vivem como se nunca fossem morrer...
... e morrem como se nunca tivessem vivido."

É isso! Viva hoje como se fosse o último dia de sua vida, afinal um dia vai ser mesmo.

Fonte: Texto circulando na internet.

sábado, 7 de março de 2009

Tem certeza que tem algo a dizer?

O garoto chega em casa correndo e diz para o pai, que precisa contar algo.
O pai diz para o filho não contar antes de passar pelas três peneiras.

Que três peneiras são essas, pai?
O pai responde:
A primeira peneira é a da verdade: antes de me contar o que aconteceu eu te pergunto: você tem certeza? você viu?
Se não tiver certeza não me conte.
A segunda peneira é a da bondade: o que você tem a me dizer, se alguém falar o mesmo sobre você, você ficará chateado?
Se ficar chateado não me conte.
E a terceira peneira é a da utilidade: o que você vai me falar, vai mudar para melhor alguma coisa na minha vida, na sua escola, na nossa cidade, no mundo?
Se não mudar nada para melhor não me conte.

Então, o que você ia mesmo me falar?
Nada, papai. Vim só te agradecer pela lição.
Já estou indo embora!!!

Conclusão:
Antes de falar algo verifique se você tem certeza absoluta, se há bondade e se é útil.
Vá em frente se passar pelas três peneiras.

Fonte: As 3 peneiras de Sócrates.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Morango


Um sujeito estava caindo em um barranco e agarrou-se às raízes de uma árvore.
Em cima do barranco, havia um urso imenso querendo devorá-lo. O urso rosnava, mostrava os dentes, babava de ansiedade pelo prato que tinha a sua frente.
Embaixo, prontas para o engolir quando caísse, estavam nada mais, nada menos do que seis onças absolutamente famintas. O urso em cima querendo devorá-lo e as onças embaixo querendo comê-lo.
Em determinado momento, ele olhou para o lado esquerdo e viu um morango vermelho, com aquelas escamas douradas, refletindo o sol.
Num esforço supremo, apoiou seu corpo, sustentado apenas pela mão direita, e, com a esquerda, pegou o morango, levou-o à boca e se deliciou com o seu sabor doce e suculento.


Foi um prazer supremo comer aquele morango tão gostoso.

Pense e reflita!!!


Fonte: Texto circulando na internet.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

The Road Not Taken

Duas estradas separavam-se num bosque amarelo,
Que pena não poder seguir por ambas
Numa só viagem: muito tempo fiquei
Mirando uma até onde enxergava
Quando se perdia entre os arbustos;


Depois tomei a outra, igualmente bela,
E que teria talvez maior apelo,
Pois era relvada e fora de uso;
Embora, na verdade, o trânsito
As tivesse gasto quase o mesmo,


E nessa manhã nas duas houvesse
Folhas que os passos não enegreceram.
Oh, reservei a primeira para outro dia!
Mas sabendo como caminhos sucedem a caminhos,
E duvidava se alguma vez lá voltaria.


É com um suspiro que conto isto,
Tanto, tanto tempo já passado:
Duas estradas separavam-se num bosque
E eu —Eu segui pela menos viajada,
E isso fez a diferença toda.


Referência: Robert Frost / Tradução José Alberto Oliveira

sábado, 24 de maio de 2008

Abrindo-se para novos conhecimentos

Um professor universitário visitou Nan-in, o mestre zen, para perguntar sobre o zen. Contudo, em vez de ouvir o mestre, o professor se limitou a falar sobre as próprias idéias.
Depois de ouvir por um tempo, Nan-in serviu o chá. Encheu a xícara do visitante e continuou a servir o chá.
O líquido transbordou, encheu o pires, caiu sobre as calças do homem e no chão.
- Não está vendo que a xícara encheu? – explode o professor. – Não cabe mais nada!
- Isso mesmo – responde calmamente Nan-in. – Tal como essa xícara, você está cheio de suas próprias idéias e opiniões. Como poderei mostrar-lhe o zen se você não esvaziar sua xícara primeiro?

Esvaziar a xícara significa abrir espaço para novos conhecimentos. Estar acessível, se recondicionar para poder aceitar, momentaneamente, o não saber. Daí um conhecimento maior surgirá.

Fonte: Livro Quem Somo Nós –William Arntz, Betsy Chasse e Mark Vicente

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Jesus ...

O maior Homem na história, JESUS CRISTO, não teve nenhum empregado, no entanto chamaram-no Soberano.
Não teve nenhum diploma, no entanto chamaram-no Professor.
Não tinha nenhum medicamento, no entanto chamaram-no Doutor.
Não teve nenhum exército, no entanto os reis temeram-no. Não ganhou nenhuma batalha militar, no entanto conquistou o mundo.
Não cometeu nenhum crime, no entanto o crucificaram.
Foi enterrado num túmulo, no entanto vive hoje.


"Sofremos demasiado pelo pouco que nos falta e alegramo-nos pouco pelo muito que temos... "

Às vezes, quando tudo dá errado acontecem coisas maravilhosas que jamais teriam acontecido se tudo tivesse dado certo.


Fonte: Anônimo. Texto anônimo circulando na internet.