domingo, 4 de outubro de 2009

Os três últimos desejos de Alexandre o Grande

Quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus três últimos desejos:
1º Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2º Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...);
3º Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:
1º Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2º Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3º Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

Pense nisso..
Não deixe de correr atrás de seus sonhos mas não se esqueça de viver intensamente e de usufruir de seus sentimentos e emoções pois as coisas materiais são importantes para nós, porém elas ficam, já as emoções e sentimentos nascem e morrem com a gente.

Referência: Texto circulando na internet

domingo, 16 de agosto de 2009

Se você for inteligente responda ...

  1. Como se escreve zero em algarismos romanos?
  2. Por que os Flintstones comemoravam o Natal se eles viviam numa época antes de Cristo?
  3. Por que os filmes de batalha espaciais tem explosões tão barulhentas, se o som não se propaga no vácuo?
  4. Se depois do banho estamos limpos porque lavamos a toalha?
  5. Como é que a gente sabe que a carne de chester é de chester se nunca ninguém viu um chester? (você já viu um chester?)
  6. Por que quando aparece no computador a frase 'Teclado Não Instalado', o fabricante pede para apertar qualquer tecla?
  7. Se os homens são todos iguais, por que as mulheres escolhem tanto?
  8. Por que a palavra 'Grande' é menor do que a palavra 'Pequeno'?
  9. Por que 'Separado' se escreve tudo junto e 'Tudo junto' se escreve separado?
  10. Se o vinho é líquido, como pode existir vinho seco?
  11. Por que as luas dos outros planetas tem nome, mas a nossa é chamada só de lua?
  12. Por que quando a gente liga para um número errado nunca dá ocupado?
  13. Por que as pessoas apertam o controle remoto com mais força, quando a pilha está fraca?
  14. Quando inventaram o relógio, como sabiam que horas eram, para poder acertá-lo?
  15. Como foi que a placa 'É Proibido Pisar na Grama' foi colocada lá?
  16. Por que quando alguém nos pede que ajudemos a procurar um objeto perdido, temos a mania de perguntar: 'Onde foi que você perdeu?'
  17. Por que tem gente que acorda os outros para perguntar se estavam dormindo?
  18. Se o Pato Donald não usa calças, por que ele amarra uma toalha na cintura quando sai do banho?
  19. Por que loja 24h tem porta se ela nunca fecha?
  20. Por que pijama tem bolso? Alguém guarda a dentadura no bolso para dormir?

Referência: Texto circulando na Internet

terça-feira, 23 de junho de 2009

A Rã e o Escorpião

Uma Rã estava à beira de um rio quando chegou um escorpião:
"Dona Rã, eu preciso atravessar o rio mas, sendo escorpião, não sei nadar. A senhora teria a bondade de me levar nas costas até a outra margem?"
A rã responde:
"Mas você é um escorpião e os escorpiões picam as rãs!"
E o escorpião retruca:
"Por que eu a picaria? preciso de você para chegar ao outro lado!"
"Está bem", concordou a rã. "Suba nas minhas costas, eu o levarei".
Quando estavam no meio do caminho o escorpião cravou o ferrão na rã.
A rã, agonizante, perguntou num último suspiro:
"Por que você fez isso? Agora morreremos os dois!"
E o escorpião respondeu:
"Porque eu sou escorpião e os ecorpiões picam as rãs!"

Para refletir: As leis da natureza são imutáveis, aprenda-as e use-as com sabedoria. Cuidado com os "escorpiões".

Referência: baseado em fábulas de Esopo. Texto circulando na internet

terça-feira, 2 de junho de 2009

O sermão de Nasrudin


Certo dia, os moradores do vilarejo quiseram pregar uma peça em Nasrudin. Já que era considerado uma espécie meio indefinível de homem santo, pediram-lhe para fazer um sermão na mesquita.
Ele concordou.
Chegado o tal dia, Nasrudin subiu ao púlpito e falou:
"Ó fiéis! Sabem o que vou lhes dizer?"
"Não, não sabemos", responderam em uníssono.
"Enquanto não saibam, não poderei falar nada. Gente muito ignorante, isso é o que vocês são. Assim não dá para começarmos o que quer que seja", disse o Mullá, profundamente indignado por aquele povo ignorante fazê-lo perder seu tempo.
Desceu do púlpito e foi para casa.
Um tanto vexados, seguiram em comissão para, mais uma vez, pedir a Nasrudin fazer um sermão na Sexta-feira seguinte, dia de oração.
Nasrudin começou a pregação com a mesma pergunta de antes.
Desta vez, a congregação respondeu numa única voz:
"Sim, sabemos".
"Neste caso", disse o Mullá, "não há porque prendê-los aqui por mais tempo. Podem ir embora." E voltou para casa.
Por fim, conseguiram persuadí-lo a realizar o sermão da Sexta-feira seguinte, que começou com a mesma pergunta de antes.
"Sabem ou não sabem?"
A congregação estava preparada.
"Alguns sabem, outros não."
"Excelente", disse Nasrudin, "então, aqueles que sabem transmitam seus conhecimentos para aqueles que não sabem."
E foi para casa.
Fonte: Contos Sufi http://www.cuidardoser.com.br/

domingo, 31 de maio de 2009

O passarinho que era feliz e não sabia

Um passarinho cansado do trabalho e da vida resolveu sair voando pelo mundo em busca de aventura.
Voou até chegar numa região extremamente fria e a medida que foi ficando muito gelado, suas asas congelaram e ele não conseguindo poder mais voar caiu na neve.
Uma vaca passou por perto e vendo o pobre passarinho naquela situação, resolveu ajudá-lo cagando em cima dele. Ao sentir-se aquecido e confortável, o passarinho começou a cantar.
Um gato ouviu o seu canto e foi ver o que estava acontecendo.
Retirou-o da merda e o comeu.

Moral da história:

  1. Nem sempre aquele que caga em cima de você é seu inimigo;
  2. Nem sempre aquele que tira você da merda é seu amigo;
  3. Desde que você se sinta quente e confortável, mesmo que esteja na merda, conserve seu bico fechado.
  4. Quem está na merda não canta!!!.

Fonte: texto circulando na internet

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Fazendo a diferença

Um homem estava caminhando ao pôr-do-sol em uma praia deserta. À medida que caminhava, começou a avistar outro homem, que vinha em sua direção, mas ainda, um pouco distante.

Percebeu que ele se inclinava, apanhava algo e atirava ao mar. Fazia isso repetidamente. Intrigado, ele se aproximou ainda mais e percebeu que o que o homem lançava ao mar eram estrelas-do-mar que haviam sido levadas para a praia. Uma a uma, ele arremessava as estrelas de volta ao mar.

Aproximou-se do homem, cumprimentou-o e questionou porque ele estava fazendo aquilo. O homem respondeu: "Estou devolvendo estas estrelas-do-mar ao oceano. Com a maré baixa, elas ficarão impossibilitadas de sobreviver sem oxigênio". O outro retrucou: "Mas deve haver muitas estrelas-do-mar nesta praia. Provavelmente, você não será capaz de apanhar todas elas. Será que o senhor não vê que não fará diferença alguma?"
O homem sorriu, curvou-se à areia mais uma vez, apanhou outra estrela-do-mar e jogou-a de volta às águas. Em seguida, disse: "Está vendo? Fiz toda a diferença para aquela."

Fonte: Joel Arthur Barker. Extraído da revista crescimento pessoal e motivação no.37

sábado, 23 de maio de 2009

Primeiro as primeiras coisas

Um professor de ciências queria demonstrar um conceito aos seus alunos.
Ele pegou um vaso de boca larga e colocou algumas pedras dentro até encher o vaso. Então perguntou a classe: Está cheio?
Os alunos responderam: Sim!
O professor então pegou um balde de pedregulhos e virou dentro do vaso.
Os pequenos pedregulhos se alojaram nos espaços entre as rochas grandes.
Então pergunto aos alunos: Está cheio?
Desta vez alguns estavam hesitantes, mas a maioria respondeu: Sim!
O professor então levantou uma lata de areia e começou a derramar areia dentro do vaso. A areia então preencheu os espaços entre os pedregulhos.
Pela terceira vez o professor perguntou: Então, está cheio? Agora a maioria dos alunos estava receosa, mas novamente alguns responderam: Sim!
O professor então mandou buscar um jarro de água e jogou-a dentro do vaso, saturando a areia. Então o professor perguntou para a classe:
Qual o objetivo desta demonstração?
Um jovem e brilhante aluno levantou a mão e respondeu: Não importa quanto à “agenda” da vida de alguém esteja cheia, ele sempre conseguirá “espremer” dentro mais coisas!

Não, respondeu o professor, a mensagem é a seguinte:
A menos que você coloque as pedras grandes em primeiro lugar dentro do vaso, nunca mais as conseguirá colocar lá dentro. As pedras grandes são as coisas importantes de sua vida: sua espiritualidade, sua família, seus amigos, seu crescimento pessoal e profissional. Se você preencher sua vida somente com coisas pequenas, como demonstrei com os pedregulhos, com a areia e a água, as coisas realmente importantes nunca terão tempo, nem espaço em suas vidas.

Moral da história: dê prioridade ao mais importante; o resto serve para preenchimento.

Fonte: Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes - Stephen Covey