Quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus três últimos desejos:
1º Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2º Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...);
3º Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:
1º Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2º Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3º Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.
Pense nisso..
Não deixe de correr atrás de seus sonhos mas não se esqueça de viver intensamente e de usufruir de seus sentimentos e emoções pois as coisas materiais são importantes para nós, porém elas ficam, já as emoções e sentimentos nascem e morrem com a gente.
Referência: Texto circulando na internet
domingo, 4 de outubro de 2009
domingo, 16 de agosto de 2009
Se você for inteligente responda ...
- Como se escreve zero em algarismos romanos?
- Por que os Flintstones comemoravam o Natal se eles viviam numa época antes de Cristo?
- Por que os filmes de batalha espaciais tem explosões tão barulhentas, se o som não se propaga no vácuo?
- Se depois do banho estamos limpos porque lavamos a toalha?
- Como é que a gente sabe que a carne de chester é de chester se nunca ninguém viu um chester? (você já viu um chester?)
- Por que quando aparece no computador a frase 'Teclado Não Instalado', o fabricante pede para apertar qualquer tecla?
- Se os homens são todos iguais, por que as mulheres escolhem tanto?
- Por que a palavra 'Grande' é menor do que a palavra 'Pequeno'?
- Por que 'Separado' se escreve tudo junto e 'Tudo junto' se escreve separado?
- Se o vinho é líquido, como pode existir vinho seco?
- Por que as luas dos outros planetas tem nome, mas a nossa é chamada só de lua?
- Por que quando a gente liga para um número errado nunca dá ocupado?
- Por que as pessoas apertam o controle remoto com mais força, quando a pilha está fraca?
- Quando inventaram o relógio, como sabiam que horas eram, para poder acertá-lo?
- Como foi que a placa 'É Proibido Pisar na Grama' foi colocada lá?
- Por que quando alguém nos pede que ajudemos a procurar um objeto perdido, temos a mania de perguntar: 'Onde foi que você perdeu?'
- Por que tem gente que acorda os outros para perguntar se estavam dormindo?
- Se o Pato Donald não usa calças, por que ele amarra uma toalha na cintura quando sai do banho?
- Por que loja 24h tem porta se ela nunca fecha?
- Por que pijama tem bolso? Alguém guarda a dentadura no bolso para dormir?
Referência: Texto circulando na Internet
terça-feira, 23 de junho de 2009
A Rã e o Escorpião
Uma Rã estava à beira de um rio quando chegou um escorpião:
"Dona Rã, eu preciso atravessar o rio mas, sendo escorpião, não sei nadar. A senhora teria a bondade de me levar nas costas até a outra margem?"
A rã responde:
"Mas você é um escorpião e os escorpiões picam as rãs!"
E o escorpião retruca:
"Por que eu a picaria? preciso de você para chegar ao outro lado!"
"Está bem", concordou a rã. "Suba nas minhas costas, eu o levarei".
Quando estavam no meio do caminho o escorpião cravou o ferrão na rã.
A rã, agonizante, perguntou num último suspiro:
"Por que você fez isso? Agora morreremos os dois!"
E o escorpião respondeu:
"Porque eu sou escorpião e os ecorpiões picam as rãs!"
Para refletir: As leis da natureza são imutáveis, aprenda-as e use-as com sabedoria. Cuidado com os "escorpiões".
Referência: baseado em fábulas de Esopo. Texto circulando na internet
"Dona Rã, eu preciso atravessar o rio mas, sendo escorpião, não sei nadar. A senhora teria a bondade de me levar nas costas até a outra margem?"
A rã responde:
"Mas você é um escorpião e os escorpiões picam as rãs!"
E o escorpião retruca:
"Por que eu a picaria? preciso de você para chegar ao outro lado!"
"Está bem", concordou a rã. "Suba nas minhas costas, eu o levarei".
Quando estavam no meio do caminho o escorpião cravou o ferrão na rã.
A rã, agonizante, perguntou num último suspiro:
"Por que você fez isso? Agora morreremos os dois!"
E o escorpião respondeu:
"Porque eu sou escorpião e os ecorpiões picam as rãs!"
Para refletir: As leis da natureza são imutáveis, aprenda-as e use-as com sabedoria. Cuidado com os "escorpiões".
Referência: baseado em fábulas de Esopo. Texto circulando na internet
terça-feira, 2 de junho de 2009
O sermão de Nasrudin
Certo dia, os moradores do vilarejo quiseram pregar uma peça em Nasrudin. Já que era considerado uma espécie meio indefinível de homem santo, pediram-lhe para fazer um sermão na mesquita.
Ele concordou.
Chegado o tal dia, Nasrudin subiu ao púlpito e falou:
"Ó fiéis! Sabem o que vou lhes dizer?"
"Não, não sabemos", responderam em uníssono.
"Enquanto não saibam, não poderei falar nada. Gente muito ignorante, isso é o que vocês são. Assim não dá para começarmos o que quer que seja", disse o Mullá, profundamente indignado por aquele povo ignorante fazê-lo perder seu tempo.
Desceu do púlpito e foi para casa.
Um tanto vexados, seguiram em comissão para, mais uma vez, pedir a Nasrudin fazer um sermão na Sexta-feira seguinte, dia de oração.
Nasrudin começou a pregação com a mesma pergunta de antes.
Desta vez, a congregação respondeu numa única voz:
"Sim, sabemos".
"Neste caso", disse o Mullá, "não há porque prendê-los aqui por mais tempo. Podem ir embora." E voltou para casa.
Por fim, conseguiram persuadí-lo a realizar o sermão da Sexta-feira seguinte, que começou com a mesma pergunta de antes.
"Sabem ou não sabem?"
A congregação estava preparada.
"Alguns sabem, outros não."
"Excelente", disse Nasrudin, "então, aqueles que sabem transmitam seus conhecimentos para aqueles que não sabem."
E foi para casa.
Fonte: Contos Sufi http://www.cuidardoser.com.br/
domingo, 31 de maio de 2009
O passarinho que era feliz e não sabia
Um passarinho cansado do trabalho e da vida resolveu sair voando pelo mundo em busca de aventura.
Voou até chegar numa região extremamente fria e a medida que foi ficando muito gelado, suas asas congelaram e ele não conseguindo poder mais voar caiu na neve.
Uma vaca passou por perto e vendo o pobre passarinho naquela situação, resolveu ajudá-lo cagando em cima dele. Ao sentir-se aquecido e confortável, o passarinho começou a cantar.
Voou até chegar numa região extremamente fria e a medida que foi ficando muito gelado, suas asas congelaram e ele não conseguindo poder mais voar caiu na neve.
Uma vaca passou por perto e vendo o pobre passarinho naquela situação, resolveu ajudá-lo cagando em cima dele. Ao sentir-se aquecido e confortável, o passarinho começou a cantar.
Um gato ouviu o seu canto e foi ver o que estava acontecendo.
Retirou-o da merda e o comeu.
Moral da história:
- Nem sempre aquele que caga em cima de você é seu inimigo;
- Nem sempre aquele que tira você da merda é seu amigo;
- Desde que você se sinta quente e confortável, mesmo que esteja na merda, conserve seu bico fechado.
- Quem está na merda não canta!!!.
Fonte: texto circulando na internet
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Fazendo a diferença
Um homem estava caminhando ao pôr-do-sol em uma praia deserta. À medida que caminhava, começou a avistar outro homem, que vinha em sua direção, mas ainda, um pouco distante.
Percebeu que ele se inclinava, apanhava algo e atirava ao mar. Fazia isso repetidamente. Intrigado, ele se aproximou ainda mais e percebeu que o que o homem lançava ao mar eram estrelas-do-mar que haviam sido levadas para a praia. Uma a uma, ele arremessava as estrelas de volta ao mar.
Aproximou-se do homem, cumprimentou-o e questionou porque ele estava fazendo aquilo. O homem respondeu: "Estou devolvendo estas estrelas-do-mar ao oceano. Com a maré baixa, elas ficarão impossibilitadas de sobreviver sem oxigênio". O outro retrucou: "Mas deve haver muitas estrelas-do-mar nesta praia. Provavelmente, você não será capaz de apanhar todas elas. Será que o senhor não vê que não fará diferença alguma?"
O homem sorriu, curvou-se à areia mais uma vez, apanhou outra estrela-do-mar e jogou-a de volta às águas. Em seguida, disse: "Está vendo? Fiz toda a diferença para aquela."
O homem sorriu, curvou-se à areia mais uma vez, apanhou outra estrela-do-mar e jogou-a de volta às águas. Em seguida, disse: "Está vendo? Fiz toda a diferença para aquela."
Fonte: Joel Arthur Barker. Extraído da revista crescimento pessoal e motivação no.37
sábado, 23 de maio de 2009
Primeiro as primeiras coisas
Um professor de ciências queria demonstrar um conceito aos seus alunos.
Ele pegou um vaso de boca larga e colocou algumas pedras dentro até encher o vaso. Então perguntou a classe: Está cheio?
Os alunos responderam: Sim!
O professor então pegou um balde de pedregulhos e virou dentro do vaso.
Os pequenos pedregulhos se alojaram nos espaços entre as rochas grandes.
Então pergunto aos alunos: Está cheio?
Desta vez alguns estavam hesitantes, mas a maioria respondeu: Sim!
O professor então levantou uma lata de areia e começou a derramar areia dentro do vaso. A areia então preencheu os espaços entre os pedregulhos.
Pela terceira vez o professor perguntou: Então, está cheio? Agora a maioria dos alunos estava receosa, mas novamente alguns responderam: Sim!
O professor então mandou buscar um jarro de água e jogou-a dentro do vaso, saturando a areia. Então o professor perguntou para a classe:
Os alunos responderam: Sim!
O professor então pegou um balde de pedregulhos e virou dentro do vaso.
Os pequenos pedregulhos se alojaram nos espaços entre as rochas grandes.
Então pergunto aos alunos: Está cheio?
Desta vez alguns estavam hesitantes, mas a maioria respondeu: Sim!
O professor então levantou uma lata de areia e começou a derramar areia dentro do vaso. A areia então preencheu os espaços entre os pedregulhos.
Pela terceira vez o professor perguntou: Então, está cheio? Agora a maioria dos alunos estava receosa, mas novamente alguns responderam: Sim!
O professor então mandou buscar um jarro de água e jogou-a dentro do vaso, saturando a areia. Então o professor perguntou para a classe:
Qual o objetivo desta demonstração?
Um jovem e brilhante aluno levantou a mão e respondeu: Não importa quanto à “agenda” da vida de alguém esteja cheia, ele sempre conseguirá “espremer” dentro mais coisas!
Um jovem e brilhante aluno levantou a mão e respondeu: Não importa quanto à “agenda” da vida de alguém esteja cheia, ele sempre conseguirá “espremer” dentro mais coisas!
Não, respondeu o professor, a mensagem é a seguinte:
A menos que você coloque as pedras grandes em primeiro lugar dentro do vaso, nunca mais as conseguirá colocar lá dentro. As pedras grandes são as coisas importantes de sua vida: sua espiritualidade, sua família, seus amigos, seu crescimento pessoal e profissional. Se você preencher sua vida somente com coisas pequenas, como demonstrei com os pedregulhos, com a areia e a água, as coisas realmente importantes nunca terão tempo, nem espaço em suas vidas.
Moral da história: dê prioridade ao mais importante; o resto serve para preenchimento.
Fonte: Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes - Stephen Covey
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