Um sábio mestre e seu discípulo andavam pelo interior do país há muitos dias e procuravam um lugar para descansar durante a noite. Avistaram, então, um casebre no alto de uma colina e resolveram pedir abrigo para aquela noite. Ao chegarem ao casebre, foram recebidos pelo dono, um senhor maltrapilho e cansado. Ele os convidou a entrar e apresentou sua esposa e seus três filhos.
Durante o jantar, o discípulo percebeu que a comida era escassa até mesmo para somente os quatro membros da família e ficou penalizado com a situação. Olhando para aqueles rostos cansados e subnutridos, perguntou ao dono como eles se sustentavam.
O senhor respondeu:
- Está vendo aquela vaca lá fora?
Dela tiramos o leite que consumimos e fazemos queijo. O pouco de leite que sobra, trocamos por outras mercadorias na cidade.
Ela é nossa fonte de renda e de vida. Conseguimos viver com o que ela nos fornece.
O discípulo olhou para o mestre que jantava de cabeça baixa e terminou de jantar em silêncio.
Pela manhã, o mestre e seu discípulo levantaram antes que a família acordasse e preparavam-se para ir embora quando o discípulo disse:
- Mestre, como podemos ajudar essa pobre família a sair dessa situação de miséria?
O mestre então falou:
- Quer ajudar essa família? Pegue a vaca deles e empurre precipício abaixo.
O discípulo espantado falou:
- Mas a vaca é a única fonte de renda da família, se a matarmos eles ficarão mais miseráveis e morrerão de fome!
O mestre calmamente repetiu a ordem:
- Pegue a vaca e empurre-a para o precipício.
O discípulo indignado seguiu as ordens do mestre e jogou a vaca precipício abaixo e a matou.
Alguns anos mais tarde, o discípulo ainda sentia remorso pelo que havia feito e decidiu abandonar seu mestre e visitar aquela família.
Voltando a região, avistou de longe a colina onde ficava o casebre, e olhou espantado para uma bela casa que havia em seu lugar.
- De certo, após a morte da vaca, ficaram tão pobres e desesperados que tiveram que vender a propriedade para alguém mais rico. – pensou o discípulo.
Aproximou-se da casa e, entrando pelo portão, viu um criado e lhe perguntou:
- Você sabe para onde foi a família que vivia no casebre que havia aqui?
- Sim, claro! Eles ainda moram aqui, estão ali nos jardins. – disse o criado, apontando para frente da casa.
O discípulo caminhou na direção da casa e pode ver um senhor altivo, brincando com três jovens bonitos e uma linda mulher. A família que estava ali não lembrava em nada os miseráveis que conhecera tempos atrás.
Quando o senhor avistou o discípulo, reconheceu-o de imediato e o convidou para entrar em sua casa.
O discípulo quis saber como tudo havia mudado tanto desde a última vez que os viu.
O senhor então falou:
- Depois daquela noite que vocês estiveram aqui, nossa vaquinha caiu no precipício e morreu. Como não tínhamos mais nossa fonte de renda e sustento, fomos obrigados a procurar outras formas de sobreviver. Descobrimos muitas outras formas de ganhar dinheiro e desenvolvemos habilidades que nem sabíamos que éramos capazes de fazer.
E continuou:
- Perder aquela vaquinha foi horrível, mas aprendemos a não sermos acomodados e conformados com a situação que estávamos. Às vezes precisamos perder para ganhar mais adiante.
Só então o discípulo entendeu a profundidade do que o seu ex-mestre o havia ordenado fazer.
Procure em sua vida se não há uma vaquinha para empurrar no precipício ou se alguma já caiu e você não percebeu que foi algo bom.
Perder um emprego, acabar um relacionamento e outras tantas outras coisas traumáticas são como marcos em nossas vidas, servem para mostrar que você passou por ali e sobreviveu, ficou melhor e mais forte.
Se sua vida mudou por uma circunstância dessas, agradeça. Mesmo que pareça ruim agora, tudo leva a um caminho melhor, só depende de como você vê.
Referência: Texto circulando na internet
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
domingo, 23 de dezembro de 2012
O Consultor
Um pastor e as suas ovelhas estavam na beira da estrada. Ía passando um Cherokee
reluzente com um rapaz dentro. Camisa Hugo Boss, tênis Nike importado, etc...
Então o Cherokee pára e o rapaz diz para o pastor da beira da estrada:
- Se eu adivinhar quantas ovelhas você tem aí você me dá uma?
O pastor olhou para o rapaz, olhou para aquele monte de ovelhas pastando ao sol e disse:
- Sim.
O rapaz voltou para o carro ligou o seu notebook, entrou num site da NASA, esquadrinhou a área, gerou um banco de dados, uns 50 gráficos em Excel cheio de matrizes e determinantes, mais um relatório de 150 páginas impresso na sua mini impressora high-tech. Voltou-se para o pastor e disse:
- O senhor tem 1.343 ovelhas aí no pasto.
O pastor respondeu:
- O senhor acertou em cheio, pode levar a sua ovelha.
O rapaz foi lá e pegou a ovelha e colocou na traseira da sua Cherokee.
Então o pastor disse:
- Se eu adivinhar a sua profissão o senhor me devolve a minha ovelha?
O rapaz respondeu:
- Certo.
O pastor disse prontamente:
- O senhor é consultor, não é?
Como é que o senhor adivinhou? Disse o rapaz.
- É fácil, disse o pastor:
- Se eu adivinhar quantas ovelhas você tem aí você me dá uma?
O pastor olhou para o rapaz, olhou para aquele monte de ovelhas pastando ao sol e disse:
- Sim.
O rapaz voltou para o carro ligou o seu notebook, entrou num site da NASA, esquadrinhou a área, gerou um banco de dados, uns 50 gráficos em Excel cheio de matrizes e determinantes, mais um relatório de 150 páginas impresso na sua mini impressora high-tech. Voltou-se para o pastor e disse:
- O senhor tem 1.343 ovelhas aí no pasto.
O pastor respondeu:
- O senhor acertou em cheio, pode levar a sua ovelha.
O rapaz foi lá e pegou a ovelha e colocou na traseira da sua Cherokee.
Então o pastor disse:
- Se eu adivinhar a sua profissão o senhor me devolve a minha ovelha?
O rapaz respondeu:
- Certo.
O pastor disse prontamente:
- O senhor é consultor, não é?
Como é que o senhor adivinhou? Disse o rapaz.
- É fácil, disse o pastor:
- O senhor veio aqui sem eu o ter chamado.
- Me cobra uma ovelha para me dizer o que eu já sabia.
- E não entende nada do meu negócio, pois já levava o meu cão.
Referência: texto circulando na internet
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Nota de R$100,00
Um famoso palestrante começou um seminário numa sala com 200 pessoas, segurando uma nota de R$ 100,00. Ele perguntou: “Quem de vocês quer esta nota de R$ 100,00?” Todos ergueram a mão...
Então ele disse: “Darei esta nota a um de vocês esta noite, mas primeiro, deixem-me fazer isto...” Então, ele amassou totalmente a nota. E perguntou outra vez: “Quem ainda quer esta nota?” As mão
s continuavam erguidas.
E continuou: “E se eu fizer isso...” Deixou a nota cair no chão, começou a pisá-la e esfregá-la. Depois, pegou a nota, agora já imunda e amassada e perguntou: “E agora?” “Quem ainda vai querer esta nota de R$ 100,00?” Todas as mãos voltaram a se erguer. O palestrante voltou-se para a platéia e disse que lhes explicaria o seguinte: “Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês continuaram a querer esta nota, porque ela não perde o valor. Esta situação também acontece conosco. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, piso...
Agora, reflita bem e procure em sua memória:
Nomeie as 5 pessoas mais ricas do mundo.
Nomeie as 5 últimas vencedoras do concurso de Miss Universo.
Nomeie 10 vencedores do prêmio Nobel.
Nomeie os 5 últimos vencedores do prêmio Oscar, como melhores atores ou atrizes.
Como vai? Mal, né? Difícil de lembrar? Não se preocupe. Ninguém de nós se lembra dos melhores de ontem.
Os aplausos vão-se embora. Os troféus ficam cheios de pó. Os vencedores são esquecidos.
Então ele disse: “Darei esta nota a um de vocês esta noite, mas primeiro, deixem-me fazer isto...” Então, ele amassou totalmente a nota. E perguntou outra vez: “Quem ainda quer esta nota?” As mão
s continuavam erguidas.
E continuou: “E se eu fizer isso...” Deixou a nota cair no chão, começou a pisá-la e esfregá-la. Depois, pegou a nota, agora já imunda e amassada e perguntou: “E agora?” “Quem ainda vai querer esta nota de R$ 100,00?” Todas as mãos voltaram a se erguer. O palestrante voltou-se para a platéia e disse que lhes explicaria o seguinte: “Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês continuaram a querer esta nota, porque ela não perde o valor. Esta situação também acontece conosco. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, piso...
teados e ficamos nos sentindo sem importância. Mas não importa, jamais perderemos o nosso valor. Sujos ou limpos, amassados ou inteiros, magros ou gordos, altos ou baixos, nada disso importa! Nada disso altera a importância que temos. O preço de nossas vidas, não é pelo que aparentamos ser, mas pelo que fizemos e sabemos.”
Agora, reflita bem e procure em sua memória:
Nomeie as 5 pessoas mais ricas do mundo.
Nomeie as 5 últimas vencedoras do concurso de Miss Universo.
Nomeie 10 vencedores do prêmio Nobel.
Nomeie os 5 últimos vencedores do prêmio Oscar, como melhores atores ou atrizes.
Como vai? Mal, né? Difícil de lembrar? Não se preocupe. Ninguém de nós se lembra dos melhores de ontem.
Os aplausos vão-se embora. Os troféus ficam cheios de pó. Os vencedores são esquecidos.
Agora faça o seguinte:
Nomeie 3 professores que te ajudaram na tua verdadeira formação.
Nomeie 3 amigos que já te ajudaram nos momentos difíceis.
Pense em algumas pessoas que te fizeram sentir alguém especial.
Nomeie 5 pessoas com quem transcorres o teu tempo.
Como vai? Melhor, não é verdade?
As pessoas que marcam a nossa vida não são as que têm as melhores credenciais, com mais dinheiro, ou os melhores prêmios.
São aquelas que se preocupam conosco, que cuidam de nós, aquelas que, de algum modo, estão ao nosso lado.
Nomeie 3 professores que te ajudaram na tua verdadeira formação.
Nomeie 3 amigos que já te ajudaram nos momentos difíceis.
Pense em algumas pessoas que te fizeram sentir alguém especial.
Nomeie 5 pessoas com quem transcorres o teu tempo.
Como vai? Melhor, não é verdade?
As pessoas que marcam a nossa vida não são as que têm as melhores credenciais, com mais dinheiro, ou os melhores prêmios.
São aquelas que se preocupam conosco, que cuidam de nós, aquelas que, de algum modo, estão ao nosso lado.
Reflita um momento. A vida é muito curta. Você, em que lista está?
Referência: Texto circulando na internet
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Felicidade
Em si, a vida é neutra.
Nós a fazemos bela, nós a fazemos feia; a vida é a energia que trazemos a ela.
Deixe que o riso seja o seu templo, e você se sentirá em profundo contato com o divino.
A felicidade não é um destino, é uma viagem. A felicidade não é amanhã, é agora. A felicidade não é uma dependência, é uma decisão.
A felicidade é o que você é, não o que você tem.
Referência: Clarice Lispector
Nós a fazemos bela, nós a fazemos feia; a vida é a energia que trazemos a ela.
Deixe que o riso seja o seu templo, e você se sentirá em profundo contato com o divino.
A felicidade não é um destino, é uma viagem. A felicidade não é amanhã, é agora. A felicidade não é uma dependência, é uma decisão.
A felicidade é o que você é, não o que você tem.
Referência: Clarice Lispector
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Despedida do Presidente da Cocal Cola - Bryan Dyson
Discurso de Bryan Dyson, ex-presidente da Coca Cola, ao deixar o cargo de Presidente:
“Imagine a vida como um jogo em que você esteja fazendo malabarismos com cinco bolas no ar.
... Estas são: seu Trabalho - sua Família - sua Saúde - seus Amigos e sua Vida Espiritual, e você terá de mantê-las todas no ar.
Logo você vai perceber que o Trabalho é como uma bola de borracha. Se soltá-la, ela rebate e volta.
Mas as outras quatro bolas: Família, Saúde, Amigos e Espírito, são frágeis como vidro.
Se você soltar qualquer uma destas, ela ficará irremediavelmente lascada, marcada, com arranhões, ou mesmo quebradas, vale dizer, nunca mais será a mesma.
Deve entender isto: tem que apreciar e esforçar para conseguir cuidar do mais valioso.
Trabalhe eficientemente no horário regular do escritório e deixe o trabalho no horário.
Gaste o tempo requerido à tua família e aos seus amigos.
Faça exercício, coma e descanse adequadamente.
E, sobretudo, cresça na sua vida interior, no espiritual, que é o mais transcendental, porque é eterno.
Shakespeare dizia: ‘Sempre me sinto feliz, sabes por quê? Porque não espero nada de ninguém. Esperar sempre dói’.
Os problemas não são eternos, sempre têm solução. O único que não se resolve é a morte. A vida é curta, por isso, ame-a!”
Viva intensamente e recorde:
Antes de falar... Escute!
Antes de escrever... Pense!
Antes de criticar... Examine!
Antes de ferir... Sente!
Antes de orar... Perdoe!
Antes de gastar... Ganhe!
Antes de render... Tente de novo!
Antes de morrer... Viva!
Referência: Texto circulando na internet
“Imagine a vida como um jogo em que você esteja fazendo malabarismos com cinco bolas no ar.
... Estas são: seu Trabalho - sua Família - sua Saúde - seus Amigos e sua Vida Espiritual, e você terá de mantê-las todas no ar.
Logo você vai perceber que o Trabalho é como uma bola de borracha. Se soltá-la, ela rebate e volta.
Mas as outras quatro bolas: Família, Saúde, Amigos e Espírito, são frágeis como vidro.
Se você soltar qualquer uma destas, ela ficará irremediavelmente lascada, marcada, com arranhões, ou mesmo quebradas, vale dizer, nunca mais será a mesma.
Deve entender isto: tem que apreciar e esforçar para conseguir cuidar do mais valioso.
Trabalhe eficientemente no horário regular do escritório e deixe o trabalho no horário.
Gaste o tempo requerido à tua família e aos seus amigos.
Faça exercício, coma e descanse adequadamente.
E, sobretudo, cresça na sua vida interior, no espiritual, que é o mais transcendental, porque é eterno.
Shakespeare dizia: ‘Sempre me sinto feliz, sabes por quê? Porque não espero nada de ninguém. Esperar sempre dói’.
Os problemas não são eternos, sempre têm solução. O único que não se resolve é a morte. A vida é curta, por isso, ame-a!”
Viva intensamente e recorde:
Antes de falar... Escute!
Antes de escrever... Pense!
Antes de criticar... Examine!
Antes de ferir... Sente!
Antes de orar... Perdoe!
Antes de gastar... Ganhe!
Antes de render... Tente de novo!
Antes de morrer... Viva!
Referência: Texto circulando na internet
segunda-feira, 25 de junho de 2012
O pássaro, a vaca e o gato
Era uma vez um pássaro que não gostava de migrar para o sul no inverno. Então,
num certo ano, resolveu que não viajaria. Contou a seus companheiros que, em
vão, tentaram demovê-lo da idéia. Chegado o tempo de partir, todos os demais se
despediram, ficando ele sozinho.
Com o passar dos dias, a temperatura caindo, percebeu que realmente seria impossível ficar e se preparou para viajar. Entretanto, sua decisão fora tardia: começou a voar e, após algum tempo, viu que suas asas congelavam e seu esforço não seria o bastante para continuar. Foi perdendo altura, perdendo altura... até cair num pátio de estrebaria.
Quando lançava o que pensava ser seu último suspiro, uma vaquinha cavalo sai da baia e...enche o pássaro de bosta. Indignado, pensou: vou morrer e, ainda por cima, cheio de cocô da vaca. Notou, porém, que a cagada quentinha lhe aquecia, o que foi lhe devolvendo à vida.
Cantou de felicidade, cada vez mais alto. Um grande e gordo gato que passava por perto ouviu o seu cantar, pulou o muro, cutucou o monte de bosta e... comeu o pássaro.
Moral da história:
1. Nem sempre quem te põe na merda é seu inimigo;
2. Nem sempre quem te tira da merda é seu amigo;
3. Se você está quente e confortável, mesmo que seja na merda, mantenha o bico fechado; e
4. Quem está na merda não canta.
Referência: Texto circulando na internet
Com o passar dos dias, a temperatura caindo, percebeu que realmente seria impossível ficar e se preparou para viajar. Entretanto, sua decisão fora tardia: começou a voar e, após algum tempo, viu que suas asas congelavam e seu esforço não seria o bastante para continuar. Foi perdendo altura, perdendo altura... até cair num pátio de estrebaria.
Quando lançava o que pensava ser seu último suspiro, uma vaquinha cavalo sai da baia e...enche o pássaro de bosta. Indignado, pensou: vou morrer e, ainda por cima, cheio de cocô da vaca. Notou, porém, que a cagada quentinha lhe aquecia, o que foi lhe devolvendo à vida.
Cantou de felicidade, cada vez mais alto. Um grande e gordo gato que passava por perto ouviu o seu cantar, pulou o muro, cutucou o monte de bosta e... comeu o pássaro.
Moral da história:
1. Nem sempre quem te põe na merda é seu inimigo;
2. Nem sempre quem te tira da merda é seu amigo;
3. Se você está quente e confortável, mesmo que seja na merda, mantenha o bico fechado; e
4. Quem está na merda não canta.
Referência: Texto circulando na internet
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Hava Nagila - Alegremo-nos
É uma música de celebração, especialmente popular entre os judeus e os ciganos, e é muito executada por bandas em festivais judaicos.
A melodia foi inspirada numa canção folclórica ucraniana da região da Bucovina.
O texto comumente usado foi provavelmente composto por Abraham Zevi Idelsohn em 1918 para celebrar a vitória inglesa na Palestina durante a Primeira Guerra Mundial, bem como da Declaração de Balfour.
A tradução, pronúncia do título e lírica variam pelo mundo afora.
| Transliteração | Português | |
|---|---|---|
| Hava naguila | Alegremo-nos | |
| Hava naguila | Alegremo-nos | |
| Hava naguila venis'mecha | Alegremo-nos e sejamos felizes | |
| (repetir estrofe) | ||
| Hava neranenah | Cantemos | |
| Hava neranenah | Cantemos | |
| Hava neranenah venis'mecha | Cantemos e sejamos felizes | |
| (repetir estrofe) | ||
| Uru, uru achim! | Despertai, despertai irmãos! | |
| Uru achim b'lev sameach | despertai irmãos, com um coração contente | |
| (repetir verso três vezes) | ||
| Uru achim, uru achim! | Despertai irmãos, despertai irmãos! | |
| B'lev sameach | Com um coração contente. |
Fonte: Wikipedia http://pt.wikipedia.org/wiki/Hava_Nagila
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